sábado, 25 de julho de 2020

Temporada 1997

A Temporada 1997 seria a consagração para o Sergipe, que já tinha conquistado o inédito Hexacampeonato (recorde de títulos consecutivos em toda a história do Campeonato Sergipano) e tentaria o Hepta. Mas a equipe já não tinha a mesma base dos anos anteriores, e o elenco não era tão forte como nos anos anteriores. Das campanhas anteriores, só restaram o veterano goleiro Dilson, os zagueiros Rogério e Marcos, o volante Chicão e o meia Edílson e houve também o retorno de velhos conhecidos da torcida colorada, como o meia Gena (revelado pelo Sergipe na década de 80 e com passagens por Sport Recife, Náutico e Penafiel (POR)) e o zagueiro Missinho (com passagens por Vasco (RJ), Vitória (BA) e Guarani (SP)). No Campeonato Sergipano, o retrospecto foi muito diferente do que a torcida esperava, e o que foi visto foi o rival Confiança deitando e rolando durante todo campeonato e dando pinta de que seria o Campeão, depois de 6 anos de jejum. O Sergipe só conseguiu a classificação no apagar das luzes, no Quadrangular da Segunda Fase, e levou 1 ponto extra para o Triangular Final. Nessa altura do Campeonato, o Confiança já tinha acumulado 5 pontos extras e o Itabaiana 1 ponto extra. É digno de nota que o formato dos campeonatos sergipanos na década de 1990 eram surreais e permitiam que equipes com baixo retrospecto conseguissem sair vitoriosas, por isso, apesar da ótima campanha do Confiança em 1997, onde ganhou as 2 Fases (perdendo apenas o Segundo Turno da Segunda Fase para o Itabaiana e o Quadrangular da Segunda Fase para o Sergipe), o arquirrival conseguiu perder o campeonato no Triangular Final, depois de uma arrancada impressionante do Itabaiana, que apesar de ter conseguido apenas 1 ponto extra, ganhou as 4 partidas e superou a vantagem do Confiança, que mais uma vez morreu na praia, e o Sergipe ficou com o terceiro lugar, sem conseguir vencer uma partida sequer. Na Série B do  Campeonato Brasileiro, a situação continuou complicada. O Sergipe caiu no Grupo C (o mais forte da Competição), junto com CRB, Vila Nova (GO), América Mineiro e Náutico, e encerrou a sua participação na lanterna do grupo, com apenas 1 vitória, goleada por 4 x 0 frente ao América Mineiro (que foi o Campeão da Competição) e acabou rebaixado para a Serie C em 1998. Outra competição que o Sergipe jogou em 1997 foi a Copa do Brasil, mas não passou do jogo de ida, pois perdeu de 5 x 3 para o Vasco e acabou eliminado sem a partida de volta. Em relação ao uniforme, depois de 4 anos usando a marca Spert, o Sergipe mudou para Finta, marca nacional que fornecia material para grandes times como Botafogo, Cruzeiro e Juventude. O uniforme titular era predominantemente vermelho, com gola "pólo" branca e faixas brancas que desciam do ombro até a altura do peito, calções brancos e meiões vermelhos. O conjunto reserva possuía o mesmo desenho do titular, mas em branco, gola branca e com as faixas em vermelho, calções vermelhos e meiões brancos.


sexta-feira, 12 de junho de 2020

Temporada 1998

A Temporada 1998 foi mais uma que decepcionou o torcedor colorado. Depois de ver em 1997, o sonho do inédito Heptacampeonato ruir, viu os rivais Confiança e Itabaiana fazerem a Final, e sagrando o Itabaiana como Campeão. Em 1998, não foi diferente, e mais uma vez uma equipe do interior levou a taça, dessa vez foi o Lagartense que ganhou do extinto Vasco na final. Nessa temporada, como no ano anterior, teve a Finta como fornecedora e o uniforme foi o mesmo usado em 1997, com a mudança do patrocinio para Unimed. O conjunto titular era predominantemente vermelho, com gola "pólo" branca e faixas brancas que desciam do ombro até a altura do peito, calções brancos e meiões vermelhos. O conjunto reserva possuia o mesmo desenho do titular, mas em branco, gola branca e com as faixas em vermelho, calções vermelhos e meiões brancos.


domingo, 17 de maio de 2020

Temporada 1999

Nossa regressão histórica entra no ano de 1999, ano em que o Sergipe conquistou mais um título estadual. Após a histórica sequência do Hexa, o Sergipe atravessou uma brusca queda de rendimento dentro de campo. A torcida, acostumada a grandes decisões, viu seu time ausente das finais de 1997 e 1998, assim como presenciou o rebaixamento para a Série C do Brasileiro. Para piorar a situação, a queda de parte da marquise do Batistão gerou um duro golpe ao esporte sergipano, principalmente para a massa colorada. Diante de um quadro bastante desfavorável para a torcida e para o clube, eis que surge a mística do João Hora. Há anos o gramado do Mundão do Siqueira fora palco de jogadas de verdadeiros craques que vestiram o manto rubro. No entanto, tais lances se restringiam aos treinos que as equipes profissionais e da base realizavam no JH. Com a interdição do Batistão, a diretoria colorada buscou uma alternativa para as partidas da temporada de 1999, sendo o primeiro teste um amistoso de diante do Curitiba genérico no Estádio João Hora. Para a surpresa de muitos, um bom público compareceu no dia 6 de janeiro para uma partida pouco convidativa diante do campeão da 2º Divisão do Estadual. A magra vitória colorada por 1 a 0 em um amistoso despretensioso de pré-temporada foi o casamento entre torcida, estádio e time que se mostraria fundamental para um grande ano. A temporada rubra começou a todo o vapor. Logo de início, o Sergipe recebeu seu maior rival na abertura do Sergipano, empatando em seus domínios pelo placar de 1 a 1. Obteve sua primeira vitória fora de casa ao vencer o Propriá por 2 a 0 e perdeu sua primeira partida justamente dentro de casa para o Lagartense, desanimando aqueles torcedores esperançosos da pré-temporada. O torcedor colorado é impaciente. No entanto, todos nós sabemos que os vitoriosos esquadrões rubros exigem um tempo para engrenar. E foi assim que no dia 17 de março, aniversário da cidade, que a massa colorada lotou o João Hora para presenciar o primeiro triunfo do Sergipe dentro de casa, justamente sobre o poderoso Vitória pela Copa do Nordeste. A partir deste triunfo, a equipe do Sergipe passou a apresentar um futebol vistoso com ótimos aproveitamentos. Sob a batuta do técnico Luis Carlos Cruz, uma equipe ofensiva e de futebol coletivo dominou todas as fases seguintes do Estadual. Com destaque para o faro de gol do artilheiro Hugo Henrique, as jogadas e as assistências do talentoso meia Mazinho Brasília, a jovem revelação do campeonato Nilson e as defesas de Fábio Maia. A boa fase também se estendeu ao Nordestão, no qual o Mais Querido conquistou a primeira colocação do grupo e a classificação para as quartas-de-finais, sendo eliminado posteriormente pelo Sport Recife. A cereja do bolo veio no dia 4 de agosto, quando na última rodada do quadrangular final, Sergipe e Confiança se entraram no gramado do Sabino Ribeiro para o desfecho do campeonato. Os rivais não possuíam chances de título, mas encaravam a partida como uma grande decisão, já que a derrota para os rubros significaria uma festa imodesta dentro de sua própria casa. Já o Sergipe, dono da melhor campanha da competição, poderia ser sagrar campeão até mesmo com uma derrota, contando assim com um tropeço do Lagartense. Os azulinos mostraram que realmente queriam pôr água no chopp colorado ao abrir o placar com Eriverto. Mas, o Sergipe reagiu no final do 1° tempo após cobrança de penalti de Hugo Henrique. Já na etapa complementar, um passeio colorado. O Gipão virou a partida com Sidney e ampliou o marcador com Ailton. Coube ao Mazinho Sergipano sacramentar a goleada, para o delírio da Massa Colorada que invadiu a casa do rival e pôde comemorar a volta olímpica do Mais Querido com sua 30° taça de Campeão Sergipano. Com o fim do campeonato conquistado de forma soberba, o Vermelhinho voltou as suas atenções para o Brasileiro da Série C, realizando uma boa campanha, apesar da polêmica eliminação. O Uniforme de 1999 foi o igual ao da temporada 2000, sem o logotipo da FSF no peito e com o logotipo do BANESE às costas.

Texto base de Davi Tenório. Revista Almanaque do Gipão. Edição n° 1. Novembro de 2019


segunda-feira, 4 de maio de 2020

Temporada 2000

Hoje é a vez de uma temporada memorável para a torcida colorada. Na temporada 2000, o Sergipe tentava repetir o bom momento que viveu no ano anterior, quando conquistou o título sergipano, mas sofreu algumas perdas, como a do cérebro da equipe, o meia Mazinho Brasília que foi para o América-RN. Outra perda, foi a do artilheiro Hugo Henrique, que partiu para o Rio Ave de Portugal. Apesar das perdas, a equipe colorada conseguiu manter a base e para substituir Hugo Henrique, contratou o também artilheiro Pedro Costa. 
Nas competições disputadas, a equipe conseguiu um bom desempenho. Na Copa do Brasil, a equipe conseguiu passar da 1ª Fase, eliminando o Vila Nova-GO, vencendo a partida em casa por 3 x 2 e consolidando a classificação com um empate por 0 x 0 na partida de volta. Na 2ª fase, a equipe colorada pegou o Caxias-RS, mas apesar de ter vencido a partida de volta por 2 x 1, acabou sendo eliminada, pois na partida de ida tinha perdido por 1 x 0 e o gol marcado pelo Caxias, era critério de desempate. No Campeonato Sergipano, não foi diferente do que aconteceu no ano anterior. A equipe conquistou o primeiro turno e faria a final do segundo turno contra o Confiança. A partida final do segundo turno do Campeonato Sergipano de 2000, entre Sergipe e Confiança, foi marcada para a cidade de Itabaiana. No entanto, a Polícia Militar avaliou que não havia condições de segurança para a realização desta partida. A diretoria do Confiança não concordou, e achou que tinha que jogar em seu campo. Como o local estabelecido foi confirmado pela Federação Sergipana de Futebol, os dirigentes do Confiança se recusaram a mandar o time para campo para decidir o título e recorreram à Justiça. O caso foi parar no Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Sergipana. O caso foi julgado em primeira instância e o Sergipe foi declarado vencedor do segundo turno de 2000, tornando-se assim o campeão estadual daquele ano. O Confiança recorreu. da decisão e até hoje, o título do ano 2000 não tem campeão definido. 
Mas memorável mesmo, foi a campanha do Sergipe na Copa do Nordeste. O Sergipe caiu no Grupo D, que tinha também o América-RN, Bahia e Juazeiro. Na primeira fase, a equipe desbancou o Tricolor de Aço e se classificou em 2º do grupo. Nas quartas de final, o adversário foi o ABC-RN e logo na partida de ida, jogada no João Hora, a equipe rubra goleou por 4 x 2  o que deu tranquilidade para, na partida de volta, assegurar a classificação com um empate por 1 x 1. Na Semifinal, contra o Vitória, apesar de ter jogado bem no jogo de ida, a equipe não conseguiu segurar o ímpeto da equipe da casa e perdeu pelo placar de 2 x 0. No jogo de volta, no João Hora, a equipe rubra abriu o marcador com o artilheiro Pedro Costa (que terminou a competição como artilheiro absoluto, com 24 gols) e foi pra cima do Vitória, para pelo menos levar a disputa para os pênaltis. Mas em tarde inspirada, o goleiro Jean (que substituiu Fabio Costa, que foi expulso no jogo de ida) fechou o gol e garantiu a classificação do Rubro-Negro Baiano para a grande Final, contra o Sport, que acabou sendo o Campeão. Com isso, o Sergipe ficou com o 3º Lugar da Copa do Norteste de 2000, a melhor campanha de um clube sergipano desde o retorno  da competição regional. 
O uniforme usado em 2000, era o mesmo usado no ano anterior, com pequenas modificações. O conjunto titular era composto pela camisa vermelha, com um friso branco que se estendia da gola pólo até a barra da manga e os logotipo da Onza (marca que produzia o uniforme) na cor branca, dispostos em sequência pelos ombros da camisa (o detalhe que diferenciava da versão de 1999, era o logo da FSF na altura do peito, que simbolizava o título sergipano conquistado no ano anterior e também a ausência do logotipo do Banese nas costas da camisa), calções brancos com detalhes vermelhos nas laterais (com frisos vermelhos e logotipos da Onza, na cor branca) e meiões vermelhos. O conjunto reserva era o inverso do titular, com a camisa branca e detalhes vermelhos, cações vermelhos com detalhes brancos e meiões brancos.


sexta-feira, 1 de maio de 2020

Temporada 2001

No feriado de 1º de maio, tem mais camisas históricas do Sergipe, dessa vez as camisas da temporada 2001. A temporada 2001 foi mais uma temporada difícil para a torcida colorada, depois da indefinição do título de 2000 (que até hoje não tem campeão definido), o Sergipe remontou a equipe mantendo uma base que tinha seus pilares no experiente zagueiro Rogério e no atacante Pedro Costa, mas não fez boas campanhas em nenhuma das competições disputadas. Na Copa do Brasil, foi eliminado na 1º Fase pelo Botafogo-RJ, perdendo a primeira partida em casa por 3 x 2 e a segunda por 2 x 1. Na Copa do Nordeste, a equipe rubra ficou na 12ª colocação geral, com 4 empates, 4 vitórias e 7 derrotas, ressaltando que a competição foi disputada em turno único. Já no Campeonato Sergipano, O Sergipe começou bem a competição e venceu a 1ª Fase (Taça Cidade de Aracaju), garantindo a vaga na Final. Se a equipe conquistasse a 2ª Fase (Taça Estado de Sergipe), seria Campeão sem necessidade de disputar a Final, mas as derrotas para o Confiança na última 1º Turno e para o São Cristóvão na 1ª rodada do 2º Turno, comprometeram a campanha e o Sergipe viu o arquirrival se credenciando para a Final.  Na Final, o primeiro jogo acabou empatado por 2 x 2 e no segundo jogo, outro empate por 0 x 0. O Regulamento previa que, em caso de empate nas 2 partidas, seria disputada a 3ª partida, sendo que a equipe Campeã da 2ª Fase (Taça Estado de Sergipe) jogava pelo empate e foi justamente isso que aconteceu, sendo que o jogo acabou empatado em 1 x 1 e o Confiança ficou com a Taça de Campeão Sergipano de 2001. A ultima competição do ano foi a Série B e mais uma vez a equipe decepcionou. Na competição, ficou no Grupo A e entre 14 equipes das regiões Norte-Norteste, ficou na 11ª colocação e foi para a disputa de um Playoff de rebaixamento. No palyoff, contra o Criciúma, acabou perdendo fora de casa por 3 x 1 e na volta o empate por 0 x 0, sacramentou o rebaixamento para a Série C em 2002. O uniforme para 2001 é um daqueles clássicos (eu inclusive tenho uma camisa desse ano), com modelo simples, mas marcantes. O template usado pela Onza era muito semelhante ao usado pelo Cruzeiro e produzido pela Topper naquele ano. O conjunto titular era composto pela camisa vermelha com uma gola polo (com acabamento semelhante ao V), com um friso branco que saia da gola e terminava na barra da manga, com calções bancos detalhados em vermelho das laterais (detalhe tinha os logos das patinhas da onza) e meiões vermelhos. O conjunto reserva era o inverso do titular, com camisa branca e detalhem em vermelho, calções vermelhos com detales em branco e meiões brancos.


domingo, 26 de abril de 2020

Temporada 2002

Em 2002, o Sergipe iniciava a temporada juntando os cacos do rebaixamento para a Série C do Campeonato Brasileiro no ano anterior. Elenílson Santos, ex-jogador e técnico na campanha do rebaixamento, acabou sendo demitido e o treinador José Angelo foi contratado para seu lugar. Jogadores como o goleiro Aloísio, os meias Jefferson, Télio, Junior Maranhão e o atacante Ailton permaneceram na equipe. A temporada não trás boas lembranças para o torcedor colorado, visto que nas quatro competições  disputadas, a equipe rubra não conseguiu boas campanhas. Na Copa do Brasil, o time empolgou, quando empatou com o Vasco no Batistão por 1 x 1 (gol do saudoso meia Nilson Sergipano, que infelizmente faleceu no dia 14/04), e vendeu caro a classificação em São Januário, quando perdeu por 2 x 1 de virada. Na Copa do Nordeste, fez uma péssima campanha ficando à frente apenas do arquirrival Confiança, que foi o lanterna da competição. No Campeonato Sergipano, decepcionou a torcida rubra e amargou a 6ª colocação e viu o arquirrival levantar o troféu.
Para fechar a temporada, na Série C o Sergipe caiu no grupo 6 junto com o Confiança, CSA e Corinthians-AL e acabou a competição na lanterna do grupo e na 53ª colocação geral. Os uniformes foram mais uma vez produzidos pela Onza, e traziam um desenho simples, mas charmoso com o conjunto titular com a camisa vermelha, com a gola em "V" com detalhes em branco e o nome "SERGIPE" gravado, calções brancos com detalhes vermelhos nas laterais e meiões vermelhos. Já o conjunto reserva era o inverso do titular, com a camisa branca e detalhes em vermelho, calções vermelhos com detalhes brancos e meiões brancos.


quinta-feira, 16 de abril de 2020

Temporadas 2003/2004

Hoje trago o uniforme usado nas temporadas 2003 e 2004. A temporada 2003 ficou marcada com a conquista do título sergipano, depois de 3 anos de jejum (visto que o campeonato de 2000, até hoje não houve decisão de quem foi o campeão). A fórmula do campeonato sergipano, mais uma vez era complicada de se entender. Para chegar ao título, o Sergipe (campeão do 2º turno da 1ª Fase)  jogou contra o Confiança (campeão do 1º turno da 1ª Fase) e venceu a final da 1ª fase pelo placar de 2 x 0 e garantiu a vaga na final, que seria jogada contra o campeão do Hexagonal Final, que envolvia os 6 melhores times da 1ª Fase. Mas não foi preciso jogar a Final, visto que o Mais Querido, foi o campeão do Hexagonal e conquistou o 31º Titulo Sergipano sem a necessidade de fazer o jogo final. Com o título o Sergipe se credenciou a disputar a Copa do Brasil e o Brasileiro da Série C em 2004, além da disputa do Campeonato Sergipano. 
Mas infelizmente 2004, que seria o primeiro ano do longo jejum e de tempos difíceis no João Hora, não começou muito bem e o Sergipe foi prematuramente eliminado da Copa do Brasil, com uma goleada do Americano-RJ por 4 x 1, em pleno Batistão. No Campeonato Sergipano, a equipe rubra não conseguiu vencer nenhum dos 2 turnos e foi para o Hexagonal com o objetivo de tentar tirar a vantagem do Confiança, que foi com pontos de bonificação, mas viu o arquirrival fazer o que o que o Sergipe fez no ano anterior, conquistar o Hexagonal e ser campeão sem a necessidade de jogar a Final. Na Série C do Brasileiro, a equipe rubra caiu no Grupo 9, junto com Confiança, Atletico-BA e Catuense. Conseguiu a classificação como 2º do grupo e jogou a 2ª Fase contra o Villa Nova-MG,  sendo que na partida de ida venceu por 2 x 1 e acabou eliminado na partida de volta, visto que perdeu pelo placar de 2 x 0. O uniforme usado em 2003 tinha o conjunto titular, com a camisa predominantemente vermelha, com detalhes brancos que desciam dos ombros até a barra da camisa, calções brancos e meiões vermelhos. O conjunto reserva era o inverso do titular, com a camisa predominantemente branco e detalhes vermelhos, calções vermelhos e meiões brancos.

OBS. Até a data dessa postagem, não consegui registros do uniforme usado no ano de 2004, fato que me faz acreditar que o uniforme de 2003 também foi usado em 2004. Se alguém tiver as imagens do uniforme de 2004, podem entrar em contato pelo nosso parfil no Instagram, @manto_colorado.


quarta-feira, 1 de abril de 2020

Temporada 2005

Continuando com as postagens, em plena quarentena, hoje é a vez do uniforme usado na temporada 2005. Em 2005, o Campeonato Sergipano foi disputado por pontos corridos e nas rodadas finais houve uma polarização entre o Sergipe e o Itabaiana, disputa que ocorreu até a última rodada. Na última rodada, o Sergipe teria que vencer o Guarany de Porto da Folha e torcer para o Itabaiana perder para o Lagartense. O Colorado fez o dever de casa e venceu o Guarany por 1 a 0, mas o Itabaiana goleou o Lagartense por 3 a 0 e faturou o título. Os uniformes dessa temporada foram produzidos mais uma vez pela Onza, que se baseou no template usado pela Topper, que estava no auge naquele período. O conjunto titular era vermelho, com detalhes brancos que desciam desde a gola até as axilas, calções brancos e meiões vermelhos. O conjunto reserva, tinha o desenho igual ao titular, mas predominantemente branco com os detalhes em vermelho, calções vermelhos e meiões brancos.


domingo, 22 de março de 2020

Temporada 2006

Aproveitando o período de isolamento, devido à pandemia do coronavírus, trago hoje o uniforme usado na Temporada 2006. O desenho dos uniformes é simples e da sergipana Onza, sendo o mesmo para o conjunto titular (que teve a camisa vermelha com uma faixa branca na altura do peito, calção branco e meiões vermelhos) e reserva (coma camisa branca com uma faixa vermelha na altura do peito, calção vermelho e meiões brancos).


sábado, 14 de março de 2020

Temporada 2007

A Temporada 2007 foi mais uma daquelas temporadas que o Torcedor Colorado prefere esquecer.  Muitos erros no planejamento, jogadores que não se encaixaram, trocas sucessivas de treinadores e o resultado foi o 3º lugar no Estadual e o restante do ano sem competições para disputar. Já no uniforme, o Sergipe trocou a Onza, pela até então desconhecida Orangotango. O conjunto titular era composto por camisa vermelha com gola 'V" e detalhes em um tom mais escuro de vermelho, que se estendia da gola até os ombros, calções brancos e meiões brancos. O uniforme reserva era exatamente o inverso do titular, com a camisa branca, calções vermelhos e meiões vermelhos. A curiosidade a cerca das camisa Orangotango, é que não caiu no gosto da torcida e já para 2008 a Onza voltou a produzir o uniforme colorado.


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Temporada 2008

Seguindo com as postagens dos mantos históricos, hoje é a vez da temporada 2008. Em 2008, o Sergipe pretendia fazer uma boa temporada para reconquistar o título estadual, que não acontecia desde 2003. Para isso, contratou um velho conhecido da torcida colorada, o atacante Hugo Henrique. O jogador já havia tido passagem pelo time do Sergipe no ano de 1999, e naquela oportunidade conquistou a torcida sendo artilheiro e comandando a esquadra rubra que chegou ao título daquele ano. Outro que retornava ao futebol naquele ano era o volante Chicão, ídolo colorado e que passou um tempo afastado do futebol. Enfim, a expectativa era grande e a campanha no Estadual era consistente, porém um pouco irregular, com derrotas inesperadas frente a times do interior e que deixaram o Sergipe atrás do arquirrival na Classificação Final da 1ª Fase. No Quadangular Final, o Sergipe conseguiu manter o padrão de jogo da 1ª Fase e chegou na rodada final com chances de título, mas ainda dependia da decisão do TJD à cerca da partida entre Itabaiana e Confiança, que terminou empatada mas com a suspeita de "cai-cai" dos atletas do Itabaiana (Jogo encerrado aos 17' do 2º tempo, com o placar de 1x1, já que o Itabaiana ficou com apenas 6 jogadores após a expulsão de dois atletas e a contusão de mais três). Na rodada final, o Sergipe bateu o Confiança por 4 x 2 e ficou esperando a decisão do STJ.  A Federação Sergipana de Futebol, acatando decisão do pleno do Tribunal de Justiça Desportiva, proclamou, o Confiança, Campeão Estadual de 2008. A partida que estava sob suspeita de cai-cai e encerrada aos 17 minutos do 2º tempo, Itabaiana 1 X 1 Confiança, na 5ª rodada do quadrangularfinal do campeonato, no dia 30/04/2008, teve seu placar alterado para Itabaiana 0x3 Confiança. Com isso o Confiança chegou aos 14 pontos no quadrangular final, sagrando-se campeão sergipano de 2008. O Itabaiana foi absolvido da culpa no caso do cai-cai e não foi punido. Sendo assim, abdicou-se do direito de recurso que lhe cabia, pondo fim a essa novela. Com isso, o Sergipe ficou com o Vice-campeonato e se classificou para a Série C do mesmo ano. A disputa da Serie C, não traz boas lembranças, visto que apesar da classificação para a 2ª fase em 2º lugar, a equipe rubra foi punida com a perda de 6 pontos, por uma escalação irregular do volante Chicão e foi desclassificado. Para 2008 o uniforme do Sergipe foi, por mais uma temporada, produzido pela Onza, teve um design simples e sem muitos detalhes. O Uniforme titular tinha o vermelho como cor predominate e a gola careca branca, com calções brancos e meiões vermelhos. O Uniforme reserva era branco, com gola careca em vermelho, calções vermelhos e meiões brancos.


domingo, 23 de fevereiro de 2020

Temporada 2020

Abrindo parênteses em nossa regressão histórica nos Mantos, trago hoje o uniforme titular da atual temporada. O desenho é simples, mas o efeito marca d'agua deu requinte à camisa titular. Agora ficamos na expectativa do lançamento da camisa reserva!!!

OBS: Aproveitando que fiz essa publicação,  resolvi trazer também para esse post a terceira camisa, lançada ainda em 2019. Fiz algumas atualizações, com os patrocínios e a fonte correta.


quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Temporada 2009

A Temporada 2009 foi marcada pelas comemorações do Centenário do "Mais Querido". A primeira competição que o Sergipe disputou foi a Copa Governador do Estado. Disputada por Sergipe, Itabaiana, Confiança e São Domingos, o Sergipe se classificou para a final com a conquista da 1ª Fase e disputou a final com o São Domingos, campeão da 2ª Fase. A partida terminou empatada sem gols e na disputa por pênaltis o goleiro Érico, do Sergipe, teve sua cobrança defendida e o São Domingos venceu por 6 a 5, frustrando a torcida colorada. Para o Campeonato Sergipano a cobrança aumentou e a equipe fez uma boa campanha, classificando-se para a final contra o histórico arquirrival Confiança. No jogo de ida, o Sergipe ganhou por 2 a 1 e foi para o jogo decisivo com a vantagem do empate, mas para a decepção da torcida colorada, o Confiança conseguiu reverter a vantagem e vençeu a partida por 2 x 0, ficando com o Troféu. Com o vice, o Sergipe classificou-se para a Série D do Campeonato Brasileiro e teria mais uma chance de salvar o ano, com o acesso para a Série C. A campanha na primeira fase foi razoável e o Sergipe conseguiu se classificar em 2º, em um grupo que tinha Santa Cruz-PE, Central-PE e CSA-AL. Na segunda fase, o Sergipe eliminou o Ferroviário-CE depois de ganhar em cada por 2 x 0, e arrancar um empate fora de casa por 3 x 3. Na terceira fase, o adversário foi o Alecrim-RN. No primeiro jogo, o Sergipe mostrou superioridade e venceu a partida por 3 x 1, levando para o jogo de volta a vantagem de poder perder por 1 gol. Mas, assim como aconteceu na final do Estadual, a equipe rubra não conseguiu manter a vantagem e acabou eliminada da competição com uma derrota por 3 x 0, frustrando mais uma vez a torcida colorada que não teve motivos para comemorar o Centenário do clube. Para essa temporada, a Onza não inovou muito e o template usado foi semelhante ao do ano anterior, apenas com uma costura aparente que se estendia desde a manga ate a gola e descia longitudenalmente dos dois lados até a barra da camisa. O uniforme titular era vermelho com gola branca, calções brancos e meiões vermelhos. O uniforme reserva era banco com gola vermelha, calções vermelhos e meiões brancos. Para marcar as comemorações do Centenário, o clube lançou uma camisa comemorativa. O template possuía duas faixas abdominais e o logo do clube centenário no centro e nas costas o logo dos 100 anos. Foram lançadas duas versões, a vermelha e a branca. (OBS.: Não tenho certeza se a camisa comemorativa ao Centenário foi usada em jogos oficiais).





domingo, 19 de janeiro de 2020

Temporada 2010

A temporada 2010 é outra que os torcedores colorados não gostam de lembrar. Depois de fazer uma péssima campanha na 1º fase (5 vitórias, 7 empates e 6 derrotas), que não o credenciaria para a disputa do Quadrangular Final, ainda perdeu 3 pontos por escalar um jogador irregularmente. Resultado: ficou na antepenúltima colocação, beirando o rebaixamento para a 2ª divisão estadual. Ainda em 2010, o então presidente Antônio Soares da Mota, o Motinha, depois de 30 anos sai da presidência depois de uma decisão judicial. Também no ano de 2010, a Onza se despedia do manto Colorado. A marca sediada em Lagarto, assumiu a produção dos uniformes em 1999 e ficou marcada logo na primeira temporada com a conquista do Campeonato Sergipano. A Onza já havia produzido conjuntos icônicos nos primeiros anos de parceria, mas já no final vinha deixando a desejar. Nesse último conjunto era muito simples, com o uniforme titular em vermelho e detalhes brancos nas mangas e no abdômen, calções brancos e meiões vermelhos. O uniforme reserva, era o inverso do titular, com camisa branca, com detalhes vermelhos nos ombros e abdômen, calções vermelhos e meiões brancos.  


terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Temporada 2011

A temporada 2011 foi marcante para o Club Sportivo Sergipe. Depois de 30 anos, o Mais Querido não estava mais sob a administração de Antônio Soares da Mota, o Motinha. Em 2010, ele e o vice Ramon Barbosa, foram afastados da presidência por 90 dias. Em seus lugares assumiram o presidente do conselho deliberativo, Ary Rezende, e seu vice Eraldo da Imaca. O processo na justiça foi movido por conselheiros do clube devido a indícios de irregularidades administrativas na gestão do então presidente. Em campo, o Sergipe por mais um ano ficou na fila, terminando a competição na terceira colocação e vendo o River Plate de Carmopolis faturar o Bicampeonato. O manto da temporada 2011, pela primeira vez era produzido pela Nakal, que caprichou no design e apresentou uma inovação: o escudo centralizado (foi a única vez que o escudo foi disposto dessa maneira no manto Colorado). O Uniforme titular era vermelho, com detalhes brancos que saiam da parte superior da gola e desciam até as axilas, calções brancos com detalhes vermelhos nas laterais e meiões brancos. O uniforme reserva era predominantemente branco, com os mesmos detalhes do conjunto titular em vermelho, calções vermelhos com detalhes laterais brancos e meiões vermelhos.


sábado, 4 de janeiro de 2020

Temporada 2012

A primeira postagem de 2020 traz os uniformes usados na temporada 2012. O ano de 2012 não traz boas lembranças para a torcida colorada. Depois de uma pífia campanha na 1ª Fase do campeonato, onde ficou na lanterna do grupo, com apenas 2 pontos, e com 8 derrotas o Sergipe foi para o tudo ou nada na 2ª Fase. Durante a 2ª Fase a pressão era gigante no João Hora, visto que só a classificação para a Semifinal, eliminaria a possibilidade de rebaixamento. A classificação veio em um jogo dramático contra o Itabaiana, em que o gol de Diego Lima e a noite inspirada do goleiro Marcos garantiram a vitória magra, mas salvadora. Na Semifinal a equipe rubra não conseguiu suplantar o ímpeto do Confiança que se classificou para a Final com duas vitórias por 1 x 0. Na Final da 2ª fase, ganhou nos penaltis para o São Domingos e se credenciou a fazer a final do Campeonato Sergipano contra o Itabaiana, sendo que a equipe tricolor sagrou-se campeã, vencendo o jogo de ida por 3 x 1 e perdendo a volta por 1 x 0. Os uniformes usados  em 2012, pelo 2 ano eram produzidos pela Nakal. O conjunto titular com a tradicional camisa rubra vinha com um modelo simples, com gola olímpica vermelha com detalhe branco, e detalhes brancos que desciam da gola e acompanhavam as costuras das mangas, calções brancos com listras vermelhas nas laterais e meiões brancos. O conjunto reserva possuia desenho igual ao titular, mas com a camisa branca e os detalhes em vermelho, calções vermelhos com listras brancas nas laterais e meiões vermelhos. Em 2012, o Sergipe lançou um terceiro uniforme, com o mesmo desenho dos outros dois, com a camisa em branco com uma faixa horizontal vermelha na altura do peito e quatro pequenas listras vermelhas horizontais na altura do abdômen, calções vermelhos com listras brancas nas laterais e meiões vermelhos.



Temporada 1997

A Temporada 1997 seria a consagração para o Sergipe, que já tinha conquistado o inédito Hexacampeonato (recorde de títulos consecutivos em ...